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  • 20
    Mai

    Reabertura do CEFT com novo horário

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  • 20
    Nov

    1º Aniversário do CEFT

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  • 18
    Nov

    1ª Semana de Fotografia de Tomar decorreu de 18 a 23 de Novembro de 2019

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  • 09
    Set

    Professores de Tomar visitam CEFT

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  • 16
    Jul

    A Fotografia foi à Escola 2

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  • 08
    Mar

    Colaboração com a Companhia de Teatro Fatias de Cá.

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  • 02
    Mar

    Rede Cultura 2027

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  • 08
    Fev

    A Fotografia vai à Escola 1

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  • Jul

    A Casa dos Cubos na nas páginas da Roof - An IN&OUT Magazine

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pensar fora
da caixa

mas dentro
do cubo

Sobre Nós

O CEFT tem como missão o estudo e a investigação da cultura fotográfica na sua interdependência com o papel da imagem nos mecanismos de governação territorial.

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Organigrama

Em Agenda
  • 27 Jun
    Colódio húmido - Oficinas de Fotografia primavera/verão 2020
  • 08 Nov
    Até 8 Nov 2020 -TOMAR INDUSTRIAL, contributos para uma visão contemporânea - Fotografia e Cinema

De exposições, simpósios, ofertas formativas e muito mais, consulte os nossos

Projetos em Curso

  • Clube de Fotografia de Tomar

    Pretende-se com a abertura desde clube, proporcionar à população de Tomar, o acesso a Laboratório de Fotografia, mediante condições de utilização pré-determinadas.

    Esta inciativa está dependente de instalações com condições técnicas adequadas. Será divulgada oportunamente.

  • Estudo e divulgação do legado algarvio dos fotógrafos Asta e Luís de Almeida d’Eça

    Este projecto de investigação aplicada, tem como objeto o estudo aprofundado de todo o legado relativo ao Algarve deixado pelos fotógrafos Asta e Luís de Almeida d’Eça e também a sua subsequente divulgação pública através de uma exposição e da edição de um livro.

    INTERVENIENTES 

    1. UNIVERSIDADE DO ALGARVE (abreviadamente designada por UAlg), representada pelo Reitor, Prof. Doutor Paulo Manuel Roque Águas,
    2. INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR (abreviadamente designado por IPT), representado pelo seu Presidente, Prof. Doutor João Paulo Freitas Coroado,
    3. CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOA DO ALGARVE (abreviadamente designada por CM Lagoa), representada pelo seu Presidente, Dr. Luís António Alves da Encarnação,
    4. CÂMARA MUNICIPAL DE TOMAR (abreviadamente designada por CM Tomar), representada pela sua Presidente, Sr.ª D.ª Anabela Freitas.

     JUSTIFICAÇÃO 

     O Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, adiante designado por CEFT - IPT / CM Tomar, foi criado por protocolo de cooperação entre o IPT e a CM Tomar, e é o detentor de grande parte do legado deixado pelos fotógrafos Asta e Luís de Almeida d’Eça, o qual é constituído por mais de 50.000 originais fotográficos, por 240 cartazes e também por correspondência e outros documentos diversos. Cerca de 11.000 originais desse legado são dedicados ao Algarve e é particularmente sobre este conjunto que incide o presente Protocolo de Colaboração.

    O legado relativo ao Algarve de Asta e Luís de Almeida d’Eça é bastante vasto e é nuclear no percurso profissional dos referidos fotógrafos, mas está apenas estudado de forma superficial. Assim, as entidades acima listadas, a que futuramente se poderão juntar outras, decidiram reunir esforços e competências para dar resposta positiva ao objeto do presente Projecto.

    TERMOS DE REFERÊNCIA

    A UAlg, o CEFT - IPT / CM Tomar, e a CM Lagoa são, em conjunto, os autores do presente projeto. Deverão escolher e indicar os seus representantes, e comunicar as suas decisões aos restantes intervenientes.

    Os seus representantes são:

    • UAlg
      • Nuno de Santos Loureiro, Professor Auxiliar do DCTMA - Faculdade de Ciências e Tecnologia e coordenador dos Encontros de Fotografia de Lagoa;
    • CEFT - IPT / CM Tomar
      • António Ventura, Especialista em Audiovisuais e Produção dos Media – Fotografia, pelo Instituto Politécnico de Tomar, Professor adjunto, Membro da Comissão Coordenadora do Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, CEFT-Casa dos Cubos;
      • Patrícia Romão, Mestre em Conservação e Restauro, Técnica Superior na Divisão de Turismo e Cultura da CMT, membro da Comissão Coordenadora do Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, CEFT-Casa dos Cubos;
    • CM Lagoa
      • José Fernando Rodrigues Vieira, Arquitecto Paisagista, Dirigente Intermédio de 3º Grau, Divisão de Ambiente da Câmara Municipal de Lagoa do Algarve

     O CEFT - IPT / CM Tomar, como co-autor do presente projeto e na sequência da sua missão, que pretende tomar a imagem como elemento dinâmico, reflexivo e condicionador dos processos coletivos de tomada de decisão no espaço comunitário, bem como o estudo e a investigação da cultura fotográfica, da preservação e divulgação dos arquivos fotográficos históricos e contemporâneos, irá realizar:

    • a captura digital dos originais fotográficos do conjunto relativo ao Algarve;
    • o inventário e a catalogação do mesmo conjunto;
    • deste processo serão produzidos conteúdos pelos investigadores do CEFT, sobre a biografia dos autores, considerações sobre a preservação de coleções de Fotografia, a Fotografia e o Território, que irão complementar os conteúdos a produzir pelo investigador da UAlg.

     A UAlg e o CEFT, em estreita colaboração e com o apoio da CM Lagoa, vão escolher um conjunto de imagens do legado acima referido, para com base no mesmo levar a cabo um estudo aprofundado e depois a sua divulgação através de uma exposição e da edição de um livro. Tal esforço incidirá particularmente sobre as seguintes vertentes:

    • ‘O Algarve de Asta e Luís de Almeida d’Eça’, ou seja, a representação da região através das imagens feitas pelos dois fotógrafos;
    • o método de trabalho dos fotógrafos em busca da ‘imagem perfeita’ de cada tema, de cada local e de cada situação que visitaram e fotografaram no Algarve;
    • a distribuição geográfica das imagens do Algarve;
    • a utilização que foi feita (e em que datas) dessas imagens, para a divulgação e promoção turística da região, nomeadamente através da publicação de cartazes, brochuras e livros profusamente ilustrados destinados a dar a conhecer nacional e internacionalmente os encantosdo Algarve.

     O IPT e a UAlg, envidarão esforços para acolher alunos graduados nos estudos aprofundados que estão acima enunciados.

     A primeira apresentação pública da exposição e do livro que resultarão deste exercício decorrerá no Algarve. Depois, a exposição poderá deslocar-se pelo país em itinerância, sendo o CEFT - IPT / CM Tomar, na Casa dos Cubos, o destino preferencial para dar início à mesma.

    Em todas as apresentações públicas ou em qualquer outra situação de divulgação de ‘O Algarve de Asta e Luís de Almeida d’Eça’, sejam elas sobre a forma da exposição, sobre forma do livro ou quaisquer outras, serão sempre indicados de forma adequada todos os intervenientes, nas suas respetivas qualidades, atestando as co-autorias da UAlg, do CEFT - IPT / CM Tomar e da CM Lagoa neste projeto e conforme o presente Projecto de investigação aplicada.

  • Grupo de Estudos em Fotografia e Materiais Fotográficos, GEF&MF

    Designação

    Grupo de Estudos em Fotografia e Materiais Fotográficos, GEF&MF

    (título provisório) 

    Resumo

    Este documento apresenta a proposta de criação de um grupo de investigação aplicada a materiais fotográficos dentro do Centros de Estudos em Fotografia de Tomar (CEFT), mas de impacto nacional. A proposta é apresentada por mim, Catarina Luísa Cortes Pereira, como membro do CEFT e dentro do regulamento do mesmo. O interesse na formação deste grupo é a criação de um espaço para partilha de conhecimento. Como base deste grupo propõem-se a criação de uma plataforma on-line para partilha de informações variadas, ajuda e esclarecimento de dúvidas por parte de pares e divulgação de acções com interesse e relevância para a área da investigação e conservação de materiais fotográficos. O segundo ponto é uma reunião bi-anual a concretizar em formato de encontro aberto ao público onde se possam expor os principais problemas e questões do momento.

    Preponente

    Catarina Luísa Cortes Pereira como conservadora-restauradora de património fotográfico e membro do CEFT

    Motivações

    Actualmente sou doutoranda em Conservação e Restauro de Bens Culturais com área de investigação na fotografia. Tenho já publicado algum trabalho na área e participado em encontros de investigação nacionais e internacionais. Durante o desenvolvimento do projecto de tese constatei uma falta de informação sobre o que se passa em Portugal, para além de obras de carácter genérico ou centradas em elementos chave do panorama fotográfico português. Em 2018 organizei também uma exposição centrada no espólio de um antigo estúdio fotográfico da cidade de Estremoz. O principal objectivo desta exposição foi a valorização de um património de relevância comunitária, mas reconhecendo que também constrói e preenche lacunas da história da fotografia Nacional. Isto é, reconhecendo que o valor do espólio apresentado tem um impacto regional, da comunidade que o integra, mas que nesta comunidade apresenta talvez maior importância que o trabalho de muitos fotógrafos, mais vezes estudados e com impacto generalizado a nível Nacional mas mais relevantes para os centros de Lisboa ou Porto do que para comunidades descentralizadas como Estremoz.

    A conservação de fotografia é uma área relativamente recente dentro da Conservação e Restauro e a formação dedicada à preparação de profissionais nesta área não está solidificada, verificando-se que cada profissional, hoje no activo, passou por diferentes caminhos de formação. Não obstante existe a nível nacional um leque forte de profissionais que quer pela formação ou anos de experiência tem produzido trabalho importante na área tanto na investigação como outro de carácter prático dentro de instituições públicas e privadas.

    Também se verifica que aqueles que preservam o Património Fotográfico Nacional não se limitam aos conservadores-restauradores. Neste grupo estão também fotógrafos, arquivistas, historiadores, historiadores de arte, químicos, ou outros cientistas, engenheiros e artistas, outros críticos de arte ou administradores e entre outros incluem-se também privados detentores de colecções ou simplesmente interessados pela materialidade da fotografia e a sua preservação.

    Por um lado, isto significa que, ainda que não seja perfeito, existe já uma comunidade dedicada à preservação deste património, por outro lado verifica-se que é uma comunidade desagregada e desconexa e que a informação e conhecimento comunitário é diminuto.

    Na premissa de que a preservação do Património Fotográfico Nacional é um objectivo comum, verifica-se a necessidade de solidificar os conhecimentos existentes, com partilha de experiências em particular entre aqueles que estão no activo.

    O conhecimento e experiências partilhados muito contribuem para a valorização de cada profissional na sua área de intervenção, mas também ajudam a colmatar falhas no conhecimento de procedimentos já estabelecidos e de novidades nos avanços técnico-científicos, falhas que existem devido à desagregação e falta de uma formação consistente, aspectos já mencionados.

    Visão geral

    O projecto que se propõe é a criação de uma plataforma de encontro para que todos aqueles que se preocupam e se dedicam à investigação da materialidade da fotografia possam encontrar outros investigadores, ferramentas de trabalho e disseminação dos seus trabalhos.

    A proposta que se pretende apresentar surge do reconhecimento de que existe um conhecimento acumulado importante, entre aqueles que trabalham diariamente na investigação e conservação do património fotográfico, mas que se encontra disperso e desconexo.

    Considera-se que a partilha deste conhecimento muito beneficiaria o desenvolvimento da investigação da área e valorização da profissão, tanto na consistência do conhecimento já existente, como também possibilitando a criação de estruturas de investigação para um avanço mais significativo e de maior impacto, inclusivamente a nível internacional.

    Objectivos

    O projecto seria concretizado pela criação de um grupo gerido por um pequeno número de membros, mas aberto a associados que apenas teriam de ter como requisito mínimo o interesse pelo tema, fossem conservadores restauradores, fotógrafos, historiadores, cientistas, teóricos, críticos de arte ou outros.

    O grupo funcionaria de forma virtual através de uma plataforma on-line, e também pela organização regular de encontros de divulgação e promoção de acções de formação de interesse ao grupo e/ou dirigidas à comunidade estudantil ou público geral.

    Em traços gerais o primeiro objectivo seria a criação de uma plataforma baseada nos meios de comunicação da web. Um ponto de encontro virtual de visibilidade pública, mas onde todos pudessem submeter notícias e resultados dos seus próprios trabalhos para divulgação. A plataforma funcionaria ainda como ponte de acesso entre associados, por exemplo para colocar dúvidas à comunidade do grupo. A função desta plataforma e do grupo seria portanto apoiar, fomentar e facilitar aos seus associados a organização de suas próprias iniciativas como a organização de programas de estágio; organização de propostas de participação externa, crouwdsourcing, para valorização do património fotográfico, como por exemplo croudfunding a projectos de conservação, como já se vê a acontecer noutra áreas de investigação e, internacionalmente, também com a fotografia. Estas iniciativas seriam apresentadas à aprovação do grupo mas de inteira responsabilidade dos proponentes.

    Propõe-se ainda, como segundo objectivo, a implementação de um evento de periocidade regular para divulgação de investigações recentes e formação complementar específica, pela organização de demonstrações ou workshops. Sugere-se uma organização regular de dois em dois anos, a decorrer em locais a definir para cada evento. Sendo que se propõe um primeiro encontro já em 2020, que serviria como forma de apresentação do grupo à comunidade geral e concertação de um plano de objectivos do grupo para os dois anos seguintes.

    Um último objectivo seria a criação de redes de apoio com parceiros institucionais públicos e privados, para possibilidades de investimento na investigação e o estabelecimento de protocolos de colaboração activa.

     

    Estratégias e actividades

    Como primeiro passo seria necessário reunir os recursos para o lançamento do grupo na sua forma digital, isto é:

     - Produção de uma plataforma, ainda que inicialmente simples para a divulgação de informação e ponte de contacto.

     - A criação de um email de contacto.

    - Contactar elementos chave para uma fase inicial de organização do grupo e divulgação do mesmo.

    Em segundo a organização e divulgação do primeiro evento:

     - Contacto com uma instituição que acolha a iniciativa – passo já concretizado

    - Estabelecer o formato do encontro, que mesmo que aberto ao público incluiria sempre um momento de reunião restrita a membros para apresentação do grupo e estabelecimento de objectivos do mesmo para os anos seguintes.

    - Divulgação do encontro à comunidade alargada e público em geral

    - Contacto com possíveis patrocinadores

    - Definição de tópicos e abertura de chamada de trabalhos.

    Em terceiro, que pode ser considerado também primeiro, reunir parceiros institucionais que auxiliem, apoiem e contribuam para a boa concretização do projecto aqui apresentado. Em fase inicial procuram-se como parceiros a Câmara de Tomar, O Instituto Politécnico de Tomar (IPT) e o CPF

    Não se apresentam passos definidos para a concretização dos objectivos iniciais pois de momento esta é a proposta de apenas uma pessoa. Sublinha-se que o espírito que se pretende para o grupo, e o desenvolvimento do mesmo, é uma estrutura orgânica ainda que fomentada por mim ou pelo CEFT dependerá da colaboração activa de todos os interessados. Assim não se pretende definir caminhos específicos ou fixos no ponto de partida, mas, sublinhando a importância da organização de uma reunião regular de membros, que os caminhos seguidos pelo grupo sejam definidos de modo a satisfazer as necessidades e contingências do grupo ao longo do tempo.

    Assim, por último, propõem-se encontros entre mim e demais membros do CEFT para a definição colaborativa e detalhada de cada passo a seguir em futuro.

    Acompanhamento e desenvolvimento

    Não sendo este um projecto com início e fim e considerando que será um grupo que na base tem um caracter cultural que como se sabe varia e evolui ao longo do tempo; espera-se também uma evolução orgânica do mesmo e que perdure por tempo indefinido. Assim, as reuniões propostas servirão não apenas para a definição de objectivos mas também para acompanhamento do grupo e avaliação do mesmo ficando aberto em cada uma ajustes nas estratégias para o bom progresso do mesmo segundo possível evolução de necessidades de cada nova conjuntura.

    Orçamento

    Pelo que já se expôs não se define um orçamento. À consideração do CEFT, o estabelecimento do portal digital será concretizado da forma mais conveniente usando recursos que possam já existir pelo CEFT ou outros, dos quais não possuo conhecimento. A estes, será então depois necessário verificar reais necessidades e procura de apoios para os conseguir.

    Para o evento também serão contactadas instituições e empresas para patrocínio do mesmo assim como estabelecimento de um valor de inscrição para os participantes que terá como objectivo cobrir eventuais custos do mesmo. Estes custos não são desde já definidos também por se pretender que seja uma organização colaborativa entre o CEFT e a instituição de acolhimento tanto no tipo, estrutura ou duração.

    Sustentabilidade

    Como referido atrás pretende-se a consolidação de uma comunidade que possui já objectivos comuns, a valorização do património fotográfico. Espera-se por isso que existindo uma comunidade consolidada estejam facilitados meios de divulgação e formas de colaboração que permitam a abertura de novos projectos.

     

  • TOMAR INDUSTRIAL, contributos para uma visão contemporânea - Fotografia e Cinema

    TOMAR INDUSTRIAL

    Contributos para uma visão contemporânea: Fotografia e Cinema

    (Apresentação: Fotografia João Henriques®)

     

    O Projeto Expositivo

    Pretendemos questionar a situação do parque industrial na região de Tomar e o impacto social e cultural dessa realidade.

    Para isso utilizamos a Fotografia e o Cinema documental, a instalação e o projeto autoral, para trazer até ao público registos documentais e artísticos que possam contribuir para uma visão crítica e contemporânea sobre esta realidade.

    Esta Exposição envolve a “Casa dos Cubos” e a “Levada de Tomar” sendo uma oportunidade de possíveis e desejáveis ligações e interdependências:

    - A Levada de Tomar é, provavelmente, o complexo industrial mais antigo no concelho. Este complexo foi recentemente recuperado;

    - A Casa dos Cubos, antigo armazém associado ao complexo industrial da Levada de Tomar e recentemente recuperado, é o atual Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, CEFT;

     

    Descrição

    Na Casa dos Cubos

    - A Fábrica de Papel de Porto Cavaleiros é um caso paradigmático, ou transversal à realidade do parque industrial tradicional em Tomar. Em 1992 é encomendada ao IPT, então ESTGT, reportagem fotográfica da Fábrica de Porto Cavaleiros, em plena laboração. Essa reportagem fotográfica, da autoria de António Ventura, foi publicada em agenda editada pela própria fábrica, no ano de 1992. Este trabalho documenta a linha de produção, aspetos das tecnologias instaladas e referencia áreas de especialidade com características artesanais: a marca de água. Esta reportagem e a respetiva publicação, precederam em pouco tempo o encerramento da fábrica e o seu posterior abandono e completo desmantelamento.

     

    Em contraponto é apresentado levantamento fotográfico da situação atual dessa fábrica atualmente em ruínas...

     

    “Últimos 200...” um trabalho de Catarina Garrido, é um projeto artístico e autoral, desenvolvido no contexto da Licenciatura em Fotografia do IPT. Este projeto desenvolve-se a partir da ruína da Fábrica de Papel de Porto Cavaleiros e de achados nesse contexto, posteriormente reutilizados, num processo de apropriação autoral, utilizando processos fotográficos históricos e artesanais. Este projeto autoral coloca-nos perante essa realidade, questionando-a criticamente.

     

    “Barreira Invisível - A linha do Nabão, Inquéritos à Paisagem” é um projeto que se recupera. Este projeto de Fotografia e Território apresenta o levantamento efetuado ao longo da linha do Nabão, documentando as instalações industriais. Trata-se de um trabalho coletivo de fotografia dos alunos do Mestrado em Fotografia (Aplicada e Conservação) do Instituto Politécnico de Tomar, sob a orientação de Nuno Faria. Este projeto foi desenvolvido como exercício coletivo de abordagem à paisagem, formalizado em grupos que mapearam territórios definidos em torno de núcleos fabris junto ao rio Nabão, no concelho de Tomar. Esta zona teve em tempos a maior concentração de indústria papeleira do país. Atualmente, na sua grande maioria as unidades fabris foram encerradas e encontram-se ao abandono. A representação da natureza revela-se não apenas no lado material, mas onde conflui também o lado imaterial, das ideias, em que noções de fronteira, de limite, de barreira, entre outras, se podem também fazer presentes. 

     

     

    O Complexo Industrial da Levada de Tomar, é apresentado através de um conjunto de fotografias de arquivo, que remete o visitante para aspetos deste complexo industrial antes de ser intervencionado e durante a intervenção que o recupera.

    As próprias instalações industriais, entretanto, recuperadas, que deste modo incorporam a exposição, serão motivo de visita.

     

    “Fornalha”, Filme sobre a Fábrica de Fiação de Tomar, da autoria de João Luz, 2012, é um projeto experimental, que tem como tema de fundo as ruínas da Fábrica de Fiação de Tomar e os vestígios de vidas ali depositados.

     

     “Um dia de chuva... Na Fábrica de Fiação de Tomar” é uma Instalação visual e sonora, já mostrada na Galeria do IPT e que agora se repõe. Esta instalação aborda a Fábrica de Fiação de Tomar, através da Fotografia, do Vídeo e de criação sonora. Esta Instalação, da autoria de António Ventura, imagem, e Miguel Urbano, som, proporciona a evocação do ambiente visual e sonoro do espaço fabril, provocando uma confrontação do visitante com a eventual fruição estética da quase absoluta ruína desse mesmo espaço...

     

     

    Calendário

    20 novembro de 2019 a 31 de março de 2020

     

     

    Seminário no âmbito da exposição Tomar Industrial – uma visão contemporânea

    A programar em finais de fevereiro de 2020

     

    - Levada de Tomar – um projeto (formal) de recuperação, uma experiência de reconversão

    - Fatias de Cá, um projeto (informal) de (re)utilização: A DESTILARIA – Brogueira, Torres Novas

    - Tomar e a Industria do Século XVII ao século XX: o que há para preservar?

    - A memória das coisas, o Arquivo da Imagem, a Fotografia e o Cinema, como forma de registo, de preservação, de amplificação e de questionamento da realidade representada...

    - Que futuro? O caso da SOFTINSA...

    - Apresentação e discussão de projetos autorais e editoriais relacionados.

     

     

    Ficha Técnica

     

    Título

    TOMAR INDUSTRIAL

    Contributos para uma visão contemporânea: Fotografia e Cinema

     

    Data:

    20 de novembro de 2019 a 31 de março de 2020

     

    Local:

    Centro de Estudos em Fotografia de Tomar (CEFT), Casa dos Cubos

     

    Coordenação do Projeto Expositivo:

    António Ventura, Professor de Fotografia no IPT e membro da Comissão Coordenadora do CEFT

    João Luz, Professor de Cinema no IPT e membro da Comissão Coordenadora do CEFT

    Patrícia Romão, Técnica superior na CMT e membro da Comissão Coordenadora do CEFT

     

    Reportagem Fotográfica na Fábrica de Porto Cavaleiros e Açude de Pedra: António Ventura, Especialista em Audiovisuais e Produção dos Media – Fotografia, pelo IPT, João Pedro Tavares, licenciado em CSF, 1º Ciclo, Filipe Martins e Tiago Braga, Estudantes Colaboradores, CEFT

     

    “Últimos 200...”: Catarina Garrido, estudante finalista na licenciatura em fotografia do IPT, UC de Projeto em Fotografia, orientada por Duarte Amaral Netto Especialista em Audiovisuais e Produção dos Media – Fotografia, pelo IPT

     

    “Barreira Invisível - A linha do Nabão, Inquéritos à Paisagem”: Estudantes do Mestrado em Fotografia do IPT: Ana Catarina Silva, Paula Magalhães, Joana Mota, Sandra Garrucho, Cláudia Santos, Cláudia Gaspar, Susana Cruz, Vera Gomes, Sara Conceição, Paula Tábuas, José Luis Loureiro, David Santos, Rui Pinto, Diogo Pereira, João Lourenço, Pedro Lucas, Bruno Félix, Nuno Gaspar, Gonçalo Figueiredo e João Henriques.

    Orientação e curadoria: Nuno Faria, Especialista em Teoria da Arte pelo IPT

     

    “Fornalha”: Filme Experimental, João Luz, com a participação de João Conchinha, Lúcia Leitão, Pedro Branco, Sandro Ferreira

     

    “Um dia de chuva... Na Fábrica de Fiação de Tomar”: António Ventura, Conceção do projeto, Fotografia e Vídeo, Miguel Urbano Figueiredo, recolha de som e sonoplastia

     

    Apoio técnico

    Adriano Duarte, assistente operacional da CMT

    Andreia Pardal, colaboradora da CMT

    Helena Henriques, guardaria e secretariado

    Gonçalo Figueiredo, Técnico superior do LAB/IPT e Colaborador do CEFT

    João Pinto Coelho, Técnico superior CMT

    Margarida Costa, técnica do Arquivo Fotográfico do CEFT

    Raul Sousa, colaborador do CEFT

    Sofia Sousa, estudante voluntária no CEFT

     

    Design de Comunicação

    Gabinete de Divulgação do Instituto Politécnico de Tomar

    Jéssica Pereira, Estágio curricular no Mestrado em Design Editorial, no IPT

     

    Edição de imagem

    João Pedro Tavares, licenciado em Fotografia pelo IPT

     

    Tradução

    Gabinete de Tradução do IPT

     

     

    Produção Gráfica

    White Details, LDA, Tomar

     

     

    Organização

    Centro de Estudos em Fotografia de Tomar (CEFT), Casa dos Cubos

    Câmara Municipal de Tomar (CMT)

    Instituto Politécnico de Tomar (IPT)

     

     

  • Oficinas de Fotografia primavera/verão 2020

    Oficinas de Fotografia primavera/verão 2020

    processos fotográficos históricos, artesanais e alternativos

    Março, Abril, Maio e Junho

    Disponibilizamos um conjunto de oficinas de fotografia aplicada, em processos fotográficos históricos, artesanais e alternativos, à fotografia industrial e digital.

    São ações de formação de curta duração onde é proposto ao participante realizar o processo fotográfico apresentado pelo formador.

    Não é necessária experiência prévia em fotografia.

    Será fornecido ao participante um manual de apoio que conterá as instruções e contextualização histórica do processo que executarão.

    Será passado Certificado de Participação.

    Os objectos fotográficos realizadas pelos participantes ficarão em sua posse.

     

    Os objectivos gerais destas oficinas são:

    - Compreender, produzir e identificar vários processos fotográficos históricos e alternativos.

    - Ampliar os conhecimentos dos participantes sobre a história da fotografia, seus pioneiros e as linguagens estéticas associadas à fotografia.

    - Consciencializar para as questões da conservação e permanência da imagem fotográfica.

    - Proporcionar uma experiência única e muito enriquecedora quanto ao processo fotográfico e quantos às suas sempre renovadas capacidades para reproduzir a realidade.

     

    Local:

    - As oficinas irão decorrer no Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, CEFT – Casa dos Cubos. www.ceft.pt

     

    Formador:

    Telmo Mendes, Licenciado em Fotografia pelo Instituto Politécnico de Tomar, nos últimos anos tem ministrado formação profissional na área da fotografia em várias entidades de ensino. Tem realizado também oficinas de fotografia com crianças e jovens em parceria com o Município de Pombal e Associações de Artes, Ideias Ousadas e Galeria Cabaret, onde promove o contacto com diversas técnicas fotográficas históricas e alternativas. 

    Condições de inscrição:

    Condições de inscrição:

    As oficinas estão limitadas a um determinado número de participantes, pelo que os interessados deverão inscrever-se antecipadamente, garantido assim o seu lugar.

    As oficinas só se poderão realizar desde que se verifique atempadamente, o número mínimo de participantes.

    A inscrição deverá ser efectuada através de:

     e-mail: telmofsmendes@gmail.com

    tel. : 963356879

    A inscrição será considerada confirmada quando da recepção do comprovativo da respectiva transferência bancária ou do pagamento por entidade e referencia.

    Transferência:

    NIB – 0036.0124.99100012069.93

    Pagamento de serviços:

    Entidade: 21 312

    Referencia: 994 818 456

    ______________________________________________________________________________________________________

    As Oficinas:

    Impressão de cianotipia em vidro

    Descrição geral:

    A cianotipia é um processo fotográfico que se caracteriza pelos tons azuis que são próprios dos sais de ferro e foi em 1842 que o astrónomo inglês John Herschel deu os primeiros passos para a sua descoberta. É normalmente aplicada em papel, mas a sua versatilidade permite a sua utilização em diversos suportes, tais como, têxteis, madeira, cerâmica e vidro. Nesta oficina é proposto ao participante realizar a impressão de um cianótipo em vidro. Poderá trazer os negativos ou imprimir com negativos fornecidos pelo formador.

     Duração e calendário: 2 dias – 14 e 15 de março de 2020

    Participantes: máximo 6; mínimo 4

    Custo: 100 euros cada participante. Todos os materiais incluídos.

    Data limite para inscrição: 31 de fevereiro.

    As fotografias realizadas serão propriedade dos participantes.

     

    Colódio Húmido (positivos) Ambrótipos e Ferrótipos

    Descrição geral:

    Neste workshop o participante tomará contacto com um dos mais importantes processos fotográficos históricos e terá oportunidade de fazer o seu próprio ambrótipo e/ou ferrótipo. Será dado um manual com instruções que conterá as fórmulas químicas e a metodologia de execução do processo.  

     

    Duração e calendário: 2 dias – 11 e 12 de Abril de 2020

    Participantes: máximo 6; mínimo 4

    Custo: 150 euros cada participante. Todos os materiais incluídos. 

    Data limite para inscrição: 3 de Abril.

    As fotografias realizadas serão propriedade dos participantes.

     

    Colódio húmido (negativos) e impressão em papel salgado

    Descrição geral:

    Variante principal dos processos fotográficos que utilizam o colódio como meio ligante, os negativos em colódio tiveram o seu auge em meados da década de 1850. Caracterizados pela elevada gama tonal e alto detalhe tinham a vantagem de ser poder ser impressos e criados assim múltiplos positivos ao contrário dos ambrótipos e dos ferrótipos que eram exemplos únicos. Nesta oficina o participante poderá fazer os seus próprios negativos em colódio húmido e serão abordados todos os passos e respetivos formulários para a execução dos mesmos. A positivação será feita com o processo de papel salgado durante o segundo dia da atividade. Será dado um manual que incluirá as fórmulas e a metodologia e o participante ficará com os negativos produzidos durante a oficina.

     Duração e calendário: 2 dias – 9 e 10 de Maio de 2020

    Participantes: máximo 6, mínimo 4.

    Custo: 150 euros cada participante. Todos os materiais incluídos. 

    Data limite para inscrição: 4 de maio.

    As fotografias realizadas serão propriedade dos participantes.

     

    Impressão em papel de albumina

    Descrição geral:

    Processo de impressão que precede ao método de impressão em papel salgado. Descoberto pelo francês Louis Désiré Blanquard-Évrard. Em 1849 sugere esta variante de impressão que é caracterizada pelo seu aspeto brilhante e de elevada resolução. Tornou-se o processo dominante de impressão de 1855 até 1880. Neste workshop serão efetuados os passos para a obtenção de provas em papel albuminado. Os participantes poderão trazer os seus próprios negativos ou utilizar os disponíveis dados pelo formador.

     

    Duração e calendário: 2 dias – 13 e 14 de Junho de 2020

    Participantes: máximo 6; mínimo 4

    Custo: 100 euros cada participante. Todos os materiais incluídos. 

    Data limite para inscrição: 5 de junho.

    As fotografias realizadas serão propriedade dos participantes.

  • O CEFT digital

    O Projecto CEFT Digital, tem como objectivo a produção e divulgação de conteúdos digitais que decorrem das actividades do Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, CEFT - Casa dos Cubos.

    Estes conteúdos, videos, diaporamas ou PDFs, serão disponibilizados a partir de links para acesso a diversas plataformas onde esses conteúdos estarão acessecíveis para visionamento ou para serem descarregados.

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    "Um dia de chuva na Fábrica de Fiação de Tomar" (youtube) 

    Diaporama que resulta de reportagem fotográfica na Fábrica de Fiação de Tomar - 2007, agora parte integrante da exposição "Tomar Industrial, uma visão contemporânea: Fotografia e Cinema".

    Projecto e imagens: António Ventura

    Som: Miguel Urbano

    Arquivo CEFT - Casa dos Cubos, 2020 

     

     

    "THOMAR" VISTO POR ANTÓNIO DA SILVA MAGALHÃES (youtube) 

    Animação a partir de fotografias de época (finais do Século XIX)

    Concepcção e coordenação de projecto por António Ventura e Patrícia Romão

    Design e edição vídeo de Pedro Gonçalves, Gonçalo Figueiredo e Andy Vring

    Sonoplastia de Miguel Urbano

    IPT/CMT - 2004

    Arquivo CEFT - 2020

     

    RESIDÊNCIA FOTOGRÁFICA EM PAISAGEM, PATRIMÓNIO E TERRITÓRIO - MAÇÃO 2018 (youtube)

    Residência Fotográfica em Paisagem, Património e Território, organizada pelo Instituto Politécnico de Tomar, IPT, pelo Instituto Terra e Memória; ITM, e pela Câmara Municipal de Mação, CMM.
    Esta iniciativa que decorreu entre Julho e Agosto de 2018, foi coordenada por António Ventura, IPT, por Sara Cura, ITM/CMM e por Sara Garcês, ITM. Teve o apoio de Anabela Pereira, CMM e de Gonçalo Figueiredo, LabFoto do LAB IPT. Este projecto deu origem à Exposição de Fotografia "Nas Curvas do Espanto: Médio Tejo, que caminhos para uma mudança?" Esta exposição inaugurou o Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, em Novembro de 2018.
    A Residência Fotográfica foi participada por:
    - Beatriz Areias, finalista da Licenciatura em Fotografia do IPT;
    - Filipe Martins, a frequentar o 2º ano da Licenciatura em Fotografia do IPT;
    Créditos Fotográficos:
    - António Ventura;
    - Beatriz Areias;
    - Filipe Martins;
    - Gonçalo Figueiredo;


    Arquivo de Fotografia do CEFT - Casa dos Cubos, 2020

     

    Inauguração do CEFT em 20 de Novembro de 2018 - Rádio Hertz (youtube)

     

     

     

     

  • inMemo® Fotografia e Memória

    inMemo® Fotografia e Memória

     

    Plataforma WEB para repositório de Fotografia

    O Projeto visa o desenvolvimento e implementação de uma plataforma “web”, para repositório de fotografias realizadas por profissionais, das mais diversas áreas do conhecimento que necessitam de utilizar a fotografia como forma de registo visual, com a finalidade de testemunhar, comprovar ou demonstrar algo, utilizando-a na forma documental, em relatórios, pareceres, projetos, ações de divulgação e sensibilização, ou outros. Esta plataforma online, personalizada de acordo com a imagem corporativa da organização, promotora, permitirá de um modo seguro, amigável e flexível, a cada profissional no terreno, organizar e imediatamente salvaguardar, para memória futura, as suas coleções de fotografia, preservando-as, descrevendo-as, tornando-as assim pesquisáveis, acessíveis online, e, por conseguinte, partilháveis entre pares. Com este serviço, cada utilizador poderá convidar outros pares, utilizadores da plataforma, criando assim uma rede profissional, para potenciar a partilha das fotografias. A partilha das fotografias será configurada de acordo com diferentes níveis de acesso.